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Trump afirma que respeitará a política de 'uma só China'



O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ligou para o colega chinês Xi Jinping e assegurou que respeitará a política de "uma só China", anunciou a Casa Branca ao informar sobre a primeira conversa telefônica entre os dois governantes desde que Trump chegou ao poder.

"O presidente Trump concordou, a pedido do presidente Xi, em respeitar nossa política de 'uma só China'", afirma a Casa Branca em um comunicado, que também menciona que os dois governantes fizeram "convites para reuniões em seus respectivos países".

Em uma resposta rápida, Xi saudou o anúncio americano sobre este tema sensível, que havia abalado as relações entre as duas potências depois que Trump havia sugerido que a questão deveria ser objeto de uma negociação.
"Xi Jinping saúda a reafirmação por Trump da adesão do governo americano ao princípio da China única", informou o canal estatal CCTV em seu site.

A Casa Branca classificou a conversa telefônica - que aconteceu um dia antes de uma reunião de Trump com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, - como "extremamente cordial" e destacou que os presidentes "esperam com impaciência avançar em suas conversas com resultados positivos".

Na quarta-feira, o chefe de Estado americano enviou uma carta a Xi Jinping na qual afirmava que esperava manter uma "relação construtiva que beneficie tanto os Estados Unidos como a China", informou o porta-voz da presidência Sean Spicer.

Entre sua vitória eleitoral em novembro e a posse no final de janeiro, Trump irritou profundamente Pequim ao aceitar uma ligação de felicitações da presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen.

Em nome do "princípio de um só China", Pequim não aceita que seus sócios tenham relações diplomáticas com a ilha, que considera como uma província rebelde.

Trump afirmou em dezembro que não considerava necessariamente estabelecido o princípio de "um só China".

O governo dos Estados Unidos rompeu em 1979 as relações diplomáticas com Taiwan e reconheceu o regime comunista da China continental como a única autoridade legítima chinesa. Mas Washington mantém vínculos comerciais com Taiwan e vende armas à ilha.

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